29 de Abril de 2008

Neo Cube

Publicado por rodrigo em Muito louco!

Loucura. Quero um.

do CoolHunter BR

29 de Abril de 2008

Queda dos jornais nos EUA indica migração mais rápida para web

Publicado por rodrigo em Jornalismo, Interessante, Comunicação, Assessoria

[Uns podem dizer que é bobagem, mas provavelmente vamos entrar em um limbo nas mídias noticiosas em breve - assim como acontece com a música, na lacuna entre o CD e outro formato de áudio com qualidade. Os jornais, mais especificamente os impressos, não sabem ainda o que fazer com a tendência de migração da informação para internet. É o caso também de começarmos a prestar mais atenção a esse meio em Assessoria.]

do Blue Bus

A maior parte dos grandes jornais americanos viu seus numeros de circulaçao cairem a taxas mais altas, um sinal de que a migraçao dos leitores para a internet pode estar ganhando velocidade, diz noticia do Wall Street Journal. O numeros foram divulgados ontem pelo Audit Bureau of Circulations - 534 jornais diarios cairam em media 3,6% nos dias uteis, no periodo de 6 meses encerrados em 31 de março. A comparaçao é com o mesmo periodo do ano anterior. O ritmo da queda se intensificou - os percentuais de declinio tinham sido de 2,1% e de 2,6% nos periodos anteriores. Abaixo os 10 maiores jornais dos EUA, sua circulaçao diaria e a variaçao em relaçao a 1 ano atras.

USA Today, 2,28 milhoes, + 0,3%
Wall Street Journal, 2,0 milhoes, + 0,4%
New York Times, 1,0 milhao, - 3,9%
Los Angeles Times, 773 mil, - 5,1%
New York Daily News, 703 mil, - 2,1%
New York Post, 702 mil, - 3,1%
Washington Post, 673 mil, - 3,6%
Chicago Tribune, 541 mil, - 4,4%
Houston Chronicle, 494 mil, - 1,8%
The Arizona Republic, 413 mil, - 4,7%

28 de Abril de 2008

Cenp conclui questões sobre BV e serviços de mídia

Publicado por rodrigo em Publicidade, Comunicação

Felipe Cirelli, do Portal da Propaganda

“O Cenp (Conselho Executivo das Normas-Padrão) concluiu nesta terça-feira, de acordo com comunicado oficial, “etapa fundamental” de seu trabalho de revisão das normas de auto-regulação do relacionamento entre anunciantes, agências e veículos, modificadas pela última vez em 1998. Desde o meio do ano passado, as regras estão sendo revistas e debatidas pelas entidades, sob pedido da ABA (Associação Brasileira de Anunciantes).

Na questão da bonificação por volume (BV), a que mais deixa os ânimos dos envolvidos exaltados, o comunicado afirma que “foram acordados os princípios sobre os planos de incentivo e os serviços de mídia prestados pelas agências aos anunciantes”. (Leia aqui matéria relacionada.)

Os mercados envolvidos estão representados pelas seguintes entidades no projeto de reavaliação: Abap (Associação Brasileira das Agências de Publicidade), ANJ (Associação Nacional de Jornais), Abert (Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão), Fenapro (Federação Nacional das Agências de Propaganda) e ABA (Associação Brasileira de Anunciantes), as quais aguardam uma oficialização do novo estatuto, que pode acontecer em até um mês, conforme o comunicado: “Os acordos estão sendo submetidos às necessárias revisões técnicas e redação final, para serem encaminhados para referendo das entidades signatárias e aprovação do Conselho Superior do CENP, sendo imediatamente divulgados quando da conclusão dessas etapas, nos próximos 30 dias”.

Leia abaixo a carta do Cenp na íntegra.

O grupo de trabalho do Cenp (Conselho Executivo das Normas-Padrão) que está revisando as normas de auto-regulação comercial que regem as relações entre anunciantes, agências de publicidade e veículos de comunicação no Brasil, concluiu nesta semana uma etapa fundamental de seu trabalho.

Foram acordados os princípios sobre os planos de incentivo e os serviços de mídia prestados pelas agências aos anunciantes.

Os acordos estão sendo submetidos às necessárias revisões técnicas e redação final, para serem encaminhados para referendo das entidades signatárias e aprovação do Conselho Superior do CENP, sendo imediatamente divulgados quando da conclusão dessas etapas, nos próximos 30 dias.

O Cenp está convicto de que a unidade do mercado publicitário está fortalecida e de que encontrou um caminho colaborativo para as partes, que dará condições de efetivo desenvolvimento das relações comerciais do mercado, evolução na gestão técnica do principal investimento de marketing feito pelas empresas anunciantes e ampliação dos negócios de agências e veículos.”

28 de Abril de 2008

Aprenda a falar no elevador

Publicado por maria em Comunicação

28/04/2008 07h00 por Reinaldo Polito

Manter contato com gente importante é difícil. Essas pessoas são muito ocupadas e vivem cercadas de secretárias e assistentes que atuam como verdadeiros cães de guarda. O mais complicado da história é que se você tiver algum negócio de peso para resolver só elas é que poderão decidir.

Por isso, um contato inesperado fora do quartel-general onde os manda-chuvas costumam se alojar pode significar a solução de meses de tentativas malsucedidas.

Só que tudo fica simples no papel, pois é fácil dizer: vai lá e fala com a fera. Entretanto, quando chega a hora de colocar o sino no gato é preciso ter peito. Diria mais, peito e técnica.

Só como exemplo, imagine que esteja no avião onde também viaja aquela importante pessoa que poderia influenciar na aprovação de um grande projeto que exigiu muita dedicação da sua equipe.

O contato tem de ser muito rápido, logo após o embarque, ou no momento do desembarque, quando passamos pela poltrona em que ela está sentada. Nenhuma palavra poderá ser desperdiçada, pois o tiro precisa ser na mosca.

É a realidade. Quem toma decisões importantes quase sempre é muito ocupado e não tem tempo para ouvir demoradamente uma proposta, por mais relevante que ela seja.

E sabe onde essa comunicação rápida, objetiva, direta, encantadora pode ser treinada e aperfeiçoada? Entre as diversas opções disponíveis, uma das mais práticas, eficientes, e por que não dizer, estranhas, é no elevador.

Nem todo mundo gosta de falar no elevador. Alguns até se esquivam dessas situações. Inicialmente protegem seu espaço, mantendo a maior distância dos outros passageiros.

Começam a se instalar nos cantos e só usam o espaço central quando todos já foram ocupados. Olham no rosto das demais pessoas só no momento de cumprimentar e depois desviam os olhos para outros lugares daquele restrito espaço.

Talvez por causa do constrangimento quase generalizado que se observa nos elevadores é que alguns estudiosos da etiqueta comportamental aconselham categoricamente que não se deve falar neste local.

Entretanto, para o nosso objetivo, que é desenvolver técnicas para comunicar mensagens completas e importantes em alguns segundos, vamos rasgar as cartilhas da etiqueta e fazer do elevador nosso campo de treinamento.

Se você conseguir iniciar, desenvolver e concluir uma conversa agradável, simpática e cativante, dentro do elevador -no percurso entre quatro ou cinco andares-, estará apto a falar com quem quer que seja dentro de aviões, saguões de aeroportos, restaurantes, filas de teatros e, assim, atingir seus objetivos.

Para começar cumprimente. Embora alguns cumprimentem os outros passageiros assim que entram no elevador, a verdade é que nem todos têm essa atitude educada e cordial e, aqueles que cumprimentam, de forma geral o fazem com reservas e sem simpatia.

Não estou sugerindo que alguém banque o palhaço e fique tagarelando como um bobo da corte. Esse comportamento é inconveniente e pode ser encarado como uma atitude desrespeitosa. As pessoas podem sentir que estão tendo sua privacidade invadida.

Começar é o mais complicado. Depois do cumprimento, você precisa iniciar rapidamente a conversa, até porque o tempo é curto e qualquer hesitação poderá fazer com que as pessoas se desviem e levantem barreiras para sua aproximação.

Os comentários casuais são os mais eficientes porque dão a impressão de que é a seqüência natural de uma conversa. Assim, se perceber uma sacola de compras na mão do outro passageiro, evite perguntar se ele foi ao supermercado. Tome o fato como consumado.

Comente, por exemplo, como você tem se surpreendido com o aumento de preços de alguns produtos ou como a qualidade de alguns itens vendidos pelos supermercados tem melhorado. Fazer comentários sobre objetos que a pessoa está carregando é a primeira dica para iniciar a conversa.

Quando as pessoas estão saindo ou chegando, é comum carregarem algum tipo de objeto, como sacolas de supermercados, livros, revistas, aparelhos e muitos outros ligados ao dia-a-dia. Ao comentar sobre esses objetos indicará que possuem informações comuns.

Se, depois do seu comentário, a pessoa não der continuidade à conversa, aí sim faça uma pergunta relacionada ao tema para estimulá-la a falar. Por exemplo, se você disse que já tinha lido alguns livros do Cesar Romão, mas que ainda não teve a oportunidade de ler aquele particularmente que ela está levando, e mesmo assim a pessoa continuar calada, você poderia perguntar, por exemplo, se ela já havia começado a ler e se estava gostando da história.

Use as crianças. As crianças se constituem em excelentes motivos para você iniciar uma conversa no elevador. Se estiverem cansadas ou com sono, poderá comentar como é difícil para elas agüentarem o corre-corre do dia-a-dia.

Se estiverem serelepes, será possível falar da sua energia e disposição. Se estiverem vestidas para a festa, diga como ficam bonitas com esse tipo de roupa.

Evite fazer o comentário ou dirigir a pergunta para a própria criança, pois geralmente são arredias e, no lugar da resposta, coçam a cabeça e resmungam irritadas. Fale sobre elas com os pais ou com quem as estiver acompanhando.

Atenção: se os pais estiverem repreendendo os filhos, ou se estes estiverem chorando por qualquer motivo, é melhor apenas sorrir, demonstrando simpatia e compreensão, e ficar quieto. Outras vítimas virão.

É hora da bóia. Horário de refeição pode proporcionar bons comentários. Seria possível dizer, por exemplo, que depois de um intenso dia de trabalho, com o frio que está fazendo, nada como uma sopinha com pão para recuperar o ânimo, ou, se estiver muito calor, nada como uma boa salada para não empanturrar e dar uma refrescada.

Dependendo do tipo físico da pessoa, se você perceber que ela possui uma barriguinha proeminente e as bochechas rosadas, deve ser chegado numa loirinha gelada e, neste caso, poderá falar também da cervejinha.

Falando em comida, se notar que a pessoa fez regime para emagrecer, não perca a oportunidade de comentar sobre o assunto. Com a vantagem de que, se ela ficar empolgada com a explicação do número de calorias, em mais três ou quatro andares você estará livre.

No final de semana não falha - sempre tem alguém chegando com uma caixa de pizza e prontinho para devorá-la. Falar desse troféu domingueiro é uma das melhores maneiras de tocar no assunto de seu interesse.

Tenha cautela com as flores. Quando alguém entra no elevador carregando um ramalhete de flores, de maneira geral fica pouco à vontade com essa demonstração de romantismo.

Lógico que é besteira, mas é comum que se sintam constrangidos. Por isso, fale do seu gosto pelas rosas, cravos, orquídeas. Diga que não tem encontrado flores tão bonitas e não pergunte se é dia de festa ou se tudo isso é amor ou paixão.

Existe esse constrangimento natural das pessoas quando estão no elevador, mas há também aquelas situações em que a contrariedade ocorreria em qualquer circunstância. Fique atento para perceber essas reações e não fazer comentários ou perguntas inconseqüentes.

Afora esses casos especiais, não vacile, vá em frente, aprenda a conversar no elevador e a esgotar assuntos em pouco tempo. Essa habilidade bem treinada ajudará muito quando precisar falar rapidamente em qualquer circunstância e o projetará como uma pessoa simpática e comunicativa.

25 de Abril de 2008

A doutrina do choque

Publicado por rodrigo em Arte, Interessante, Cultural

do Midionauta

(…)”Mas se por um lado o “American Dream” está mais pra “Hora do Pesadelo”, observar os bastidores deste momento crucial da história está sendo uma experiência antropológica. É ao mesmo tempo fascinante e assustador assistir a manipulação de um povo devidamente hipnotizado pelo medo. Bin Laden, aqui nos EUA, é usado como o homem do saco que leva as crianças se elas não se comportarem.”

“‘The Shock Doctrine’ é o livro mais recente de Naomi Klein, a mesma autora de “No Logo”. A obra apresenta o resultado de 4 anos da sua pesquisa sobre como os interesses econômicos se beneficiam do trauma social causado pelas grandes catástrofes, como o 11 de setembro, traçando um paralelo com as técnicas de tortura da CIA. Para escrever um comentário sobre o livro, a autora convidou o diretor Alfonso Cuaron (”Filhos da Esperança”) que, ao invés disso, produziu um curta-metragem excelente. Eu postei ele logo abaixo. Está em inglês mas tem legenda em espanhol. Perfeito para os mexicanos que pularam a fronteira.”

25 de Abril de 2008

Phillips usa outras pernas em campanha de depilador

Publicado por rodrigo em Publicidade, Comunicação

Karan Novas do Portal da Propaganda

“Uma linda mulher protagoniza o novo comercial do depilador Satinelle Ice Epilator, da Philips. Mulher? Bem, é o que parece, à primeira vista, mesmo aos mais atentos olhos. O filme, criado pela DDB Londres, é protagonizado por Karis, travesti e dançarino de Los Angeles.

Na peça, entre passeios pela praia, a interação com suas amigas e celebrações noturnas, o garoto(a)-propaganda conta suas impressões e experiências sobre ser um transexual. Ao final, ele aparece depilando suas pernas com o aparelho, quando é destacada a mensagem: “Como todos os homens, ele não suporta muita dor. Por isso, ele usa o Philips Satinelle Ice Epilator. Seu sistema Ice deixa a depilação ultra gentil”.”

Clique aqui para acessar o Portal e assistir ao filme.

23 de Abril de 2008

A sedução do brega

Publicado por rodrigo em Muito louco!, Direção de Arte, Comunicação

do Midionauta

Ainda bem que o locutor acerta na pronúncia. LA RRROSA DELL MUONTE!

23 de Abril de 2008

N-Gage e sua propaganda esquisita

Publicado por rodrigo em Publicidade, Direção de Arte, Comunicação

do Brainstorm#9

Acessem esse site e vejam o mote da nova campanha do N-Gage, espécie de celular video-game da Nokia. Demora um pouco pra carregar, mas juro que vale a pena. Vejam o filminho em Stop-motion e joguem o joguinho.

18 de Abril de 2008

O Photoshop Musical

Publicado por rodrigo em Interessante, Música

Pra quem gosta:

Do 407 InVitro

Carros voadores, viagens no tempo, unidades teletransportadoras, o homem conquistando Marte, todas são situações que eu pensaria serem possíveis antes do Melodyne. Bem antes.

Que tal isso? Um software de edição musical que consegue identificar notas individualmente à partir de um arquivo de audio, ainda que estas notas estejam em composição de um acorde?

O programa “decifra” o arquivo, o coloca em uma pista separando as notas verticalmente de acordo com seu tom, tornando cada “partícula” editável.

O controle de duração e tonalidade de cada nota então é todo visual, o que em si não é nenhuma novidade para quem mexe em programas como Fruity Loops da vida, mas a outra grande inovação do Melodyne é a tecnologia na qualidade da deformação dos samples: aparentemente você consegue toda a gama de tons a partir de uma única amostra, sem que um middle C de piano fique com o som dos portões do inferno se abrindo a apenas duas oitavas abaixo.

Argumentações a respeito de pureza artística e talento natural (que já estão rolando) à parte, a tecnologia é impressionante (um dos comentários diz “To musicians, this is like splitting the atom”, o que não pode ser mais verdade). E apesar de achar um pouco rasa a redução do Melodyne a “O Photoshop Musical” que deu o pessoal da Gizmodo, creio que o aspecto de ferramenta é o mesmo para ambos: são aparatos puramente técnicos. Acertar o pitch, afinar os desafinados e consertar erros de gravação não farão de ninguém gênio.

18 de Abril de 2008

Publicado por rodrigo em Mário, o publicitário

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